Manuel Laranjeira por ele mesmo

Manuel Laranjeira por ele mesmo

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MANUEL LARANJEIRA POR ELE MESMO
de Francisco Azevedo Brandão

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Descrição

Em Manuel Laranjeira ressaltam dois retratos completamente antagónicos, como bem acentuou Bernard Martocq no seu livro Manuel Laranjeira et Son Temps; retratos esses, aliás, já pressentidos por Joel Serrão, em 1982 quando em «As Raízes do Tédio em Manuel Laranjeira» (in Temas Oitocentistas-II), notara que «a natureza psicológica de Laranjeira propendia a intercadência, de entusiasmo e de abatimento, de euforia sentimental-romântica e de depressão entediada».
Com efeito, num retrato destaca-se a figura de um homem doente de corpo e de espírito pessimista, triste, depressivo, mergulhado num tédio de morte que o levará à neurastenia e ao suicídio.