Maria Frazão

De seu nome completo, Maria Manuela Fernandes Correia nasceu no ano de 1961 e reside em Santa Maria da Feira.
Muito cedo se apaixonou pela poesia e, além de ler, começou a escrever os seus poemas.
A sua vida profissional, que iniciou cedo, é praticamente toda exercida na área de Recursos Humanos, o que muito lhe apraz.
Só na idade matura começou a publicar os seus poemas em jornais e revistas.
Lançou o seu primeiro livro de poesia no ano de 2000, pela mão da editora Elefante Editores.
Tem, até à data, publicados cinco livros de poesia.

Manuela Correia

De seu nome completo, Maria Manuela Fernandes Correia nasceu no ano de 1961 e reside em Santa Maria da Feira.
Muito cedo se apaixonou pela poesia e, além de ler, começou a escrever os seus poemas.
A sua vida profissional, que iniciou cedo, é praticamente toda exercida na área de Recursos Humanos, o que muito lhe apraz.
Só na idade matura começou a publicar os seus poemas em jornais e revistas.
Lançou o seu primeiro livro de poesia no ano de 2000, pela mão da editora Elefante Editores.
Tem, até à data, publicados cinco livros de poesia.

Raphael Yudin

Raphael Yudin (aka Nuno Costa) tem exercido diferentes papéis entre as Ciências Sociais, o Jornalismo e o Cinema. Durante 15 anos no papel de jornalista, desempenhou as funções de redator, editor e chefe de redação.
Estreou-se na poesia e na ficção com a trilogia Os Cães de Cérbero [que se subdivide ainda no livro de canções Blitzkrieg Bot e no romance O Pistolero] em 2022 pela Editora Europa.

Margarida Neves

Margarida Neves (nome completo: Margarida Maria das Neves Estêvão Baía) é portuguesa e nasceu em 1972. Passou parte da sua vida em Espanha, Estados Unidos e Itália. Vive atualmente em Lisboa. Num encontro de poesia organizado pela Casa Fernando Pessoa, em 2019, reatou a vontade de reunir alguns dos poemas que começara a escrever em 2002. Desde então tem escrito regularmente nos tempos livres (poesia, narrativa/contos). Doutorou-se em matemática e é professora universitária.

Andrea Valle (Galiza)

Nace nos Ancares de Lugo ca necesidade de expresar a incomodidade da vida, as cousas que da medo escoitar. A súa andaina na poesía comeza nos micros abertos composteláns e nos Slam Poetry da mesma cidade, onde acadou no mesmo ano (2018) dúas veces o segundo posto. No ano 2020 a súa composición _O meu verdadeiro amor_ recibiu o segundo premio do concurso de poesía do concello de Cambados.
Está a cursar o grao de lingua e literatura galega da Universidade de Santiago de Compostela. Podedela atopar en Poesía Galega Novísima da editorial Urutau y Mujer, Brujas, Luna Llena  y Meigas de Mariposa Ediciones.

Rafael Duarte

Rafael Duarte é um autor natural de Guimarães e Azul-índigo é o seu terceiro livro de poesia. Azul-índigo conta a história, através de poemas, de alguém que se quer redescobrir através da cor e da consciência. Este tenta ultrapassar a morte, a perda do primeiro amor e a sua doença mental através da narrativa da sua vida.  O livro é dividido entre cinco capítulos, que, abstratamente, representam as cinco fases de luto. O livro retrata de forma honesta, sombria e esperançosa da vida de um homem que vive com ansiedade na sua idade adulta e procura de renascimento através do surrealismo do “eu”.

Artur Barosa

Nasceu em Viseu, em 1972.
Foi um leitor voraz durante a infância e a adolescência.
Naturalmente, optou por estudar literatura.
Desde 1994 é professor de Português.
Quando se questiona sobre o sentido da existência, gosta de pensar que é respirar literatura e jazz. Mas suspeita nitidamente de que isso é uma resposta, não uma solução.
Chegou à escrita muito tarde. Não se considerará, nunca, um escritor. Será apenas um veículo para palavras que lhe são dadas por quem percebeu que elas estavam em falta.

Catarina SottoMayor

Nascida em Alvalade (Lisboa), no início do ano de 1975, foi fruto do namoro de vizinhos de ruas opostas. Quem sabe, concebida em dias de revolução.
Apesar da formação inicial em arquitetura, é pela cognição e, mais tarde, pela psicanálise, que encontra verdadeira vocação. Ávida leitora, amante da introspeção e do pensamento, é com mais de quarenta anos que reclama caminho diverso.
Escreve compulsivamente, nem que para isso acorde de madrugada ou interrompa condução.
Nos trilhos da escrita, para além dos guardados cadernos na cozinha, publicou alguns artigos no âmbito do doutoramento que posteriormente interrompeu, e colaborou entre 2020 e 2021, com o MDC Media Group. Sendo que a expressão mais significativa, foi o blog Miss Mia Prozac, onde através de áreas como a filosofia, a psicanálise, a literatura ou o cinema, encontrou verdadeiro acolhimento.
Adora poesia, e aqui esbarra na verdadeira natureza da purga e da regurgitação. A forma mais pura de pensamento.
Insiste não escrever poesia, esse ofício é para almas superiores.